![]() |
Até hoje não sei direito se amo ou odeio essa coisa chamada computador. Quer dizer, eu sei, eu amo, mas que tem horas que eu sinto vontade de jogar a CPU e o monitor na cabeça de alguém ou simplesmente pela janela, ah, isso eu tenho. Ainda mais se nada ajuda, e é programa parando de responder, um negócio que você nem sabe o que é encontra um problema e precisa ser fechado (e faz com que nada mais funcione), é internet que cai... Uma beleza, enfim. E até pra gravar um simples CD ou um DVD isso vive dando problemas. Haja paciência.
Posso ser paranóico, mas não um andróide.
Ok, eu não odeio porra nenhuma, é mentira. Mas que dá raiva dá. E a tecnologia não vai muito com a minha cara.
Pessoas problemáticas são um perigo em potencial. Please don't leave me though.
Toda vez que eu assisto a um filme de época, fico pasmo com a lingüagem que eles usam. Acho incrível a sofisticação do vocabulário, o uso de metáforas e outros recursos estilísticos mesmo nas conversas informais. Fico imaginando se isso não faz falta. Claro, nem eu gosto de discurso pomposo, mas tenho a nítida impressão de que, no geral, nosso vocabulário está diminuindo e nossa comunicação ficando cada vez mais pobre e manca.
Yesterday I woke up sucking a lemon.
Pensei que meus nervos fossem implodir. Tremer, chorar a ponto de soluçar e não conseguir sussurrar sem urrar sua dor, por menos que você o queira, perder o controle, não é exatamente uma sensação agradável. Acho que poucos me imaginariam daquele jeito.
Mas ainda assim, eu me recuso a acreditar que não há um propósito. E espero que tudo vá, aos poucos, se encaixando em seu lugar.
A maior prova da sanidade é admitir sua própria loucura.