|André|
Gostaria de tirar umas férias de suas próprias neuroses até que ele saiba exatamente o que fará este ano.

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Pois é - ou, melhor, quem diria! - eu saí no último Sábado (tecnicamente, Domingo) e fui a um show do Pato Fu, parte da Virada Cultural Paulista 2008. Depois de muita pizza e sobremesa, saí um pouco atrasado e cheguei à praça no centro da cidade, onde o Pato Fu estava começando a apresentação.

E não é que foi ótimo? Eu já gostava de várias músicas desses mineirinhos, mas nunca fui fão, no sentido exato da palavra. O que não me impediu de adorar o show. As músicas da banda podem ser despretensiosas e descontraídas, mas nem por isso desinteressantes. Pelo contrário. Além disso, eles são bem carismáticos e a voz da Fernanda Takai soa ainda melhor ao vivo - coisa rara, diga-se de passagem. Só a performance da música 'Capetão 66.6 FM', a 'sessão de descarrego' do show, já valeria pela noite toda. Mas para minha sorte, eles cantaram quase todas as minhas favoritas, entre elas 'Eu', 'Made in Japan', 'Depois' e 'Canção Pra Você Viver Mais'. E tocaram também minha favorita dentre as canções do último álbum, Daqui Pro Futuro: '30.000 pés'. Muito bom, pena que só durou pouco mais de uma hora.

No domingo, vi uma obra prima do François Truffaut no Sesc, "Beijos Proibidos", divertido e engraçado (Coisas raras no cinema francês? Não! Foi só uma brincadeira.) - obrigado, Cine clube! Depois, passei de novo pela praça onde aconteciam os shows da virada e resolvi parar pra assistir ao show do sr. Arnaldo Antunes. Talvez por não conhecer quase nada do trabalho dele, pra mim foi bem fraquinho, de todas as músicas eu só conhecia 'Pulso', de resto, todas meio sem-sal pro meu gosto - e, comentário pessoal, achei que ele não tem carisma algum. Finalmente, depois de uma rápida passadinha em casa pra tomar um banho, fui ao Sesi e assisti à adaptação para teatro de bonecos (para adultos) de 'Fausto'. E que peça! As tiradas ácidas (e muito divertidas) em meio à tragédia não comprometeram o ótimo resultado, só contribuíram. Eu soube que o grupo ainda está em turnê no em São Paulo e vai passar por vários Sesis do Estado. Se alguém puder, vale a pena conferir (Danke, Frau Evangelista!).

É, quem diria. Eu não só saí, como me diverti.
Danke!
Tem mais, mas por hoje chega, às 16h47 [ ] [ Mereço ser lido? ]



Pouco mais de um mês após a última mensagem, um sinal de vida. Não que as pessoas se guiem por aqui pra saber se eu estou vivo, mas mesmo assim.

Tantas coisas acontecendo nestas últimas semanas! Poucas vezes me senti tão curioso pelo que está prestes a acontecer. Não sei bem como explicar isso, é como se o chão sob os meus pés estivesse se contorcendo em um terremoto e mudando tudo, criando crateras e montanhas e mudando a paisagem, ainda que tudo continue familiar parecendo familiar. Um verdadeiro quebra-cabeça emocional, e eu acho que estou gostando de montá-lo, seja qual for a figura que ele vá me apresentar depois.


Tem mais, mas por hoje chega, às 23h22 [ ] [ Mereço ser lido? ]



Sim, eu estou vivo.

Mas, ainda preciso colocar minha cabeça no lugar antes de maiores manifestações.
Principalmente para provocar menos reclamações.

Ou explodir de vez.

Altas expectativas bombeiam frustração.
Com ou sem razão.

Hoje é o dia.


Tem mais, mas por hoje chega, às 17h01 [ ] [ Mereço ser lido? ]



Tempos atrás, estava eu a ler um texto sobre a compra de uma rede de locadoras por uma rede de hipermercados. Uma frase ali me chamou a atenção. Não me lembro ao certo as palavras, mas a mensagem era clara: com a popularização da internet e cinseqüente proliferação dos downloads (legais e ilegais) as locadoras estão com os dias contados.
Minhas poucas experiências baixando filmes não foram das mais agradáveis. Detesto ficar esperando horas até baixar. Não bastando, acho muito desconfortável ficar assistindo a filmes na tela do computador. Tenho a impressão de que não é tão relaxante ou mesmo tão divertido quanto vê-los esparramado no sofá. Pra ver no DVD, a menos que o seu leia o formato DivX (e poucos o fazem, até o momento), é outra chatice. Haja paciência e tempo pra converter e gravar. Feito isso, percebe-se que a qualidade é quase sempre inferior e a falta de material extra, opções de legenda e áudio são outro inconveniente. A menos, claro, que j[a se tenha baixado o arquivo no formato original de DVD (.vob), mas ainda não conheci ninguém com paciência, HD, tempo e banda suficiente para isso.
Diante de tantas complicações, qual a minha conclusão? Pelo menos pra maioria dos mortais, não vale a pena baixar filmes da internet. Pelo menos não até que chegue um futuro não muito próximo.
Se há algo que, a meu ver, pode colocar as locadoras em apuros são os dvds piratas, mas isso é outra história.
Ou melhor, não. Há poucos dias foi anunciada a "vitória" do formato sucessor do DVD, o Blue-ray disc. Não vou entrar em detalhes, apenas farei alguns comentários:
1-) Hoje em dia ninguém tem tempo pra nada, estão quase todos estressados e sobrecarregados, o que significa que são escassas as horas disponíveis para o lazer. Ao que parece, não há uma grande perspectiva de melhora. Tendo isso em vista e sabendo que uma parcela considerável dos espectadores de DVD mal tem tempo de ver o filme e quase nunca consegue ver todo o material especial (exceções feitas aos adolescentes, desempregados e DVDs que nem material extra têm), vem a questão: pra que diabos colocar até 25 horas de vídeo em um disco?!
2-) Sim, eu sei da economia de espaço que isso proporcionaria nas coleções de seriados em DVD. Porém, sei por experiência própria que, quanto mais DVDs você tem (principalmente os de seriados) menos você os vê e, portanto, é quase sempre melhor apenas alugar.
3-) De que adianta ficar aumentando a capacidade se o disco fica cada vez mais frágil? Se qualquer poeirinha ou risco antes inócuo agora pode fazer um belo estrago?
4-) Qual o custo que os governos terão para recuperar esse bando de viciados-maníaco-compulsivos que não conseguem se divertir sem uma tela luminosa?
There is definitely, definitely, definitely no logic.

PS: Isso não me impede de ter vários DVDs na minha lista de desejos.
Tem mais, mas por hoje chega, às 19h49 [ ] [ Mereço ser lido? ]



Finalmente, abri uma, por assim dizer, galeria no Deviant Art. Agora, para quem quiser ver meus desenhos (e eu adoraria que vocês quisessem! :P), é só entrar no endereço:
http://duskyrainbow.deviantart.com/

No geral, dias tranqüilos. Faltando uma semana para começar a faculdade, tive a desagradável descoberta de que poucas coisas podem ser mais deprimentes do que fazer as malas quando você está prestes a se mudar (mesmo que seja para a casa do seu pai que você visitava todo final de semana e fica a apenas 100 km da casa da sua mãe).

Eu sei que isso vai soar ridículo, mas organizando os espaços da casa nova, eu resolvi ler as (muitas) Playboys, já que o estoque vai de 1986 a 2003. Ler? Sim, não é uma piada. Afinal, além do que todos nós sabemos e pensamos, as melhores entrevistas no Brasil estão na Playboy. Hoje, por exemplo, gostei muito da que a Fernanda Montenegro concedeu em 1991. Também me divirto vendo os anúncios de rádios e computadores "da última geração" que hoje são peças de museu, as calças cuja cintura chegava perto do pescoço, os cabelos estilo "mamãe eu quero bolo" - como diria sr. Ismael -, e as piadas. Ok, pra que negar que eu também vejo os ensaios? Tá certo que meu tipo favorito de garota (ruivas/branquelas/loiras pálidas) não aparece com freqüência, mas acho engraçado constatar que, há uns dez anos, a presença de holandesas e alemãs não era tão incomum quanto hoje. Nem eram tão freqüentes as americanas louras de farmácia peitudas e totalmente depiladas que parecem a mesma mulher.

Só faltou um bom banho de chuva, mas prefiro não ficar correndo nu pelo quintal quando meu pai e minha madrasta estão em casa.
Tem mais, mas por hoje chega, às 21h32 [ ] [ Mereço ser lido? ]



   Mais uma vez, carnaval. Parece que aqui no Brasil o ano só começa mesmo depois disso (é clichê, eu sei). De certa forma, eu estava sob perspectivas mais otimistas nesse ano, já que eu não ia mais ter aulas de matemática (e outras matérias mais). Ainda não gosto de carnaval, mas dessa vez eu não o boicotei totalmente.
   Não que eu tenha me tornado um folião, claro. Tudo o que eu fiz foi:
   1-)Assistir a um desfile de "carnaval de rua" - realizado em um recinto de exposições - com receio de cair de uma arquibancada desconfortável.
   2-)Dar uma passeada pela matinê do Sesc.
   Eis o que tenho a dizer a respeito:
   - Eu até gosto um pouco do lado plástico do carnaval, ver os carros alegóricos, a fantasia dos sambistas e tal, mas canso fácil, principalmente por causa da música que não me agrada - em alguns momentos, parecia tão repetitiva quanto um eletrônico em alguma rave.
   - Eu simpatizo com a festa aos moldes antigos, com as pessoas cantando marchinhas fantasiadas, fazendo de fato uma confraternização e tal. Agora, depois de atravessar o salão e tendo a impressão de estar apalpando e sendo apertado por todo mundo, perdido no meio de uma multidão suada incansável, posso dizer com certeza que aquilo não é pra mim.
   - Ainda assim, acho legal saber que, pelo menos por alguns dias do ano, todos terão a oportunidade de colocar um pouco do seu lado pagão pra fora, tentando aproveitar o tempo e celebrar a vida e o que faz parte dela (seja alguma personalidade em um samba enredo ou, hipocrisia à parte, o sexo, desde que sem afetação). Mesmo que isso pareça estar sendo doentiamente distorcido e banalizado por muitos, em especial dos mais jovens.
   - Carnaval, carnaval. Eu não sou fã dessa festa, mas bom que alguns aproveitam como gostam. E eu confortável e relaxado, fazendo outra coisa. Amém.


Tem mais, mas por hoje chega, às 20h48 [ ] [ Mereço ser lido? ]



   Há exatos dois anos foi publicada minha primeira mensagem aqui, nesse mesmo endereço. De lá pra cá, muita coisa aconteceu e não foram poucas as vezes que eu pensei em parar, sentindo que mais um blog não faria falta. Felizmente, apenas pensei e nunca o fiz.
   Primeiro, porque vi muitos blogs que não duraram mais que dois meses, e uma das razões para eu continuar aqui era provar pra mim mesmo que eu podia manter isso funcionando por um bom tempo. E, ainda que com o intervalo irregular entre uma mensagem e outra e poucos (e uns poucos fiéis dentre esses poucos) visitantes aos quais sou grato, eu não desisto.
   Segundo, porque gosto de ver o modo como o que eu escrevo aqui mudou. Se antes eu cheguei a detalhar meus dias e citar mais de uns dois ou três nomes, hoje eu tento apenas transmitir alguma coisa que eu sinto ou vivo de uma maneira que seja de fato interessante para alguém ler. Será que eu consigo?
   É verdade, há uma certa crise de identidade. Não moro em uma capital, não tenho tempo, paciência nem recursos para ser postar notícias ou pílulas de cultura, e nem sei se meus textos são bons como alguns já disseram - talvez seja apenas falta de divulgação e/ou dedicação, quem sabe? - mas... Bem, não importa.

   Muito obrigado a todo mundo que resolveu dar uma passada de três minutos aqui e deixou um comentário - mesmo que sob minha pressão. E, se pude fazer como eu quis, obrigado por me permitirem levar um pouco do meu mundo a vocês.
   Feliz aniversário, vida em série!


Tem mais, mas por hoje chega, às 22h28 [ ] [ Mereço ser lido? ]



É incrível como o tempo nos torna ainda mais covardes.
Por mais que sempre tenhamos nos importado com coisas pequenas ou por mais desapegados que sejamos, não tarda até que, no momento em que menos o queremos, nos tornemos fracos diante das grandes escolhas e das dolorosas despedidas.

Dito sem metáforas, sem grandes figuras de lingüagem.
Quem dera ser bom com as palavras a ponto de torná-las suculentas aos olhos.
Quem dera ser forte quando a força é necessária.
Mesmo que o desejo seja imenso, nunca terei tudo.
Isso dói, mas não me assusta.

Tem mais, mas por hoje chega, às 18h01 [ ] [ Mereço ser lido? ]



Banho de chuva

Começa quando você percebe que é melhor fechar as janelas, a chuva veio pra valer.
Se você cede a esse ímpeto repentino, provavelmente não se arrepende.
Começa tímido, se encolhe quando as gotas caem.
No entanto, não demora até que você abra os braços para a água caindo.
E começa a se alegrar. E fica feliz.
E começa a pular. E, ninguém vendo nem ouvindo, canta. E dança.
Ainda bem que ninguém está vendo.
Mas, sinceramente, que importa?
É tão gostoso.
E, ao final, deitado no chão olhando as nuvens cinzas, você está realmente bem.
E, quando se enrola na toalha, tem a certeza que está renovado.
Tem mais, mas por hoje chega, às 20h43 [ ] [ Mereço ser lido? ]



   Ano novo, vida nova (*cof, cof*), férias, chuva (louvado seja, Senhor!), vento friozinho... ora, nada mais natural que um layout novo!

   Uma noite de virada peculiar, calma e muito boa. Boa comida (nada de churrasco, viva!), bons minutos deitado num sofá na garagem (o sofá era grande e não passou pela porta, vocês sabem como é), ficar olhando o céu (e os relâmpagos), sentindo a brisa fria no corpo, ouvindo as pessoas comemorando ao longe e cantando Summerbreeze. Adoro.

   Esse ano eu tenho certeza que vai ser diferente.


Tem mais, mas por hoje chega, às 16h10 [ ] [ Mereço ser lido? ]



Tudo bem, eu estava contando os dias (no mau-sentido) para o vestibular, não para o Natal. Honestamente, nem sei se isso foi ruim. Não que eu tenha encomendado uma camiseta com letras garrafais dizendo "Eu amo Fidel" ou coisa parecida, mas convenhamos que as coisas já foram melhores.

Eu tento não me encrencar demais com o capitalismo, embora eu não goste do que a selvageria atual fez com o mundo, porque eu sou parte disso: eu compro, eu gosto de Coca-Cola e como fast-food. Não é novidade que agora parece que todas as datas são apenas desculpas pra correr até a loja mais próxima e comprar presentes (caros, de preferência), não raro para pessoas que você não gosta (e que, ao cumprimentar, prefere os lábios do ar à bochecha dos infames). Mas nesse ano, em especial, foi menos suportável.

Eu já não gosto de churrascos. Pode ser inocência da minha parte, mas imaginar que toda aquela “frescura” (leia-se: sentar-se à mesa para comer uma comida caprichada em companhia das pessoas que você gosta, colocar a conversa em dia, relembrar bons momentos, esquecer as mágoas, tudo isso) tenha existido um dia e tenha também caído por terra para dar lugar a mais um dia de churrascão, com a única peculiaridade de se abraçar e dizer “Feliz Natal!” à meia-noite, beira o intolerável.

Antes que comecem com a virulência e a bobagem (porque a Coca criou o Papai Noel - ou seria Pai Natal - fim ao imperialismo, chega de tanta cerimônia e formalidade etc), dá-lhe um bom clichê: copo meio vazio ou meio cheio? Ok, o Papai Noel tem as cores da Coca, mas isso é mais importante que a generosidade e a bondade que ele representa? Sim, é triste saber que muitos pais não podem dar um bom presente a seus filhos, mas o brinquedo é mesmo mais valioso que o gesto de carinho que é presentear? Por favor, se uma criança acha que a confraternização, o carinho e o estar ao lado de quem ama não são tão valiosos quanto o que se compra em lojas, analisem a educação que os pais lhe deram, não culpem apenas o “sistema” e a “mídia”.

Pior que o capitalismo, a meu ver, são as reuniões que acontecem não por prazer, não porque as pessoas querem estar juntas, mas porque “é Natal, e temos que reunir a família”, já que isso significa muitas vezes mais aborrecimentos e rancores, sem mencionar o reaparecimento de desentendimentos que já deveriam ter sido superados.

Mas quem se importa? Parece que basta colocar um funk –ou sertanejo, pagode, que seja – pra tocar, a picanha no espeto e o álcool garganta abaixo. Quem é Jesus? Perdão, amor? Pra que, quando temos costela e coxão mole, assim como em todos os domingos do ano?

Como eu queria um pouco daquelas velhas frescuras formais!


Tem mais, mas por hoje chega, às 20h49 [ ] [ Mereço ser lido? ]



Parece que o acúmulo nos deixa cegos.
Porque muito parece pouco.
Mas eis que, tempos depois, me vem a pergunta:
Por que diabos eu precisava de tanto? Seria mesmo tudo isso necessário?
Infelizmente, eu acho que não.

Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat Inutilia truncat

It may not always be so;
and I say
and if your lips
which I have loved
should touch another's
and your dear strong fingers clutch
his heart
as mine in time
not far away;

If on another's face your sweet hair lay
in such a silence
as I know,
or such great writhing words
as, uttering overmuch,
stand helpelessly before the spirit at bay;

If this should be,
I say
if this should be
you of my heart
send me a little word;
that I may go
unto him
and take his hands,
saying;

Accept all happiness from me

Then I shall turn my face
and hear one bird
sing terribly afar
in the lost lands


Tem mais, mas por hoje chega, às 18h50 [ ] [ Mereço ser lido? ]



[E agora, fica cada vez mais comum a "privacidade" no Orkut. Pra recados eu concordo plenamente, mas pra álbum? Poxa, não quer que as pessoas vejam, não põe foto. Ah, não, o que seria dos pseudo-reservados sem o cadeadinho? Bah.]

Falando em privacidade... Ok, eu bem que queria, mas não posso contar. Mas que cansa, cansa, e desse jeito, as coisas não costumam acabar bem.

Colação de grau na quinta-feira passada. Oficialmente, estou formado!

Duas semanas para o maldito. Que seja maldito pros outros e apenas cretino pra mim. Ou, pelo menos (aproveitando o desejo livre de maldizer)... Bom, apelar para Deus, para a boa-vontade de quem for corrigir ou mesmo pra sorte agora é covardia, porque todos estão (ou estarão) fazendo isso. Assim, pra não sonhar muito, que eu não zere nada e que eu seja chamado (pelo menos da lista de espera).

Finalmente, e por incrível que pareça, eu estou bem.
Obrigado!
Tem mais, mas por hoje chega, às 20h42 [ ] [ Mereço ser lido? ]



(Moonlight Sonata, Beethoven)
- André, que música é essa?
- Moonlight Sonata, do Beethoven.
- Olha, você não é nada bobo, hein?
- Por quê?
- Beethoven é um dos melhores, senão o melhor músico de todos os tempos.
(Requiem, Mozart)
- Hum... Eu gosto de música clássica, mas quando são instrumentais, desses corais eu não sou fã.
- Quer que eu mude?
- Por favor.
(Fisherman's Woman, E. Torrini)
- André, essa música é pra tirar cachorro da cova, hein!
- Hã?! Como assim?
- Feia, chata, cansativa, enjoativa. Tira isso!
- Bom... Tá.
(1234, Feist)
- André, já mandei você trocar essas músicas!
- Eu troquei!
- Mas continua o mesmo estilo, chata, cansativa. Deus, isso e rap, pra mim, estão no mesmo nível.
- Tá bom, tá bom...
(Jóga, Björk)
(André esperando o próximo round. Para sua surpresa, ele não vem, pois ela foi precisou terminar o que tinha para fazer.)
(Felizmente Roxette ainda é um ponto de união entre nossos gostos.)
Tem mais, mas por hoje chega, às 17h17 [ ] [ Mereço ser lido? ]



   Duas escolhas: ou falo vagamente sem citar nomes sendo hermético e pedante, ou falo diretamente citando nomes e me torno ridículo e infantil. Então, fico com a primeira opção. Mas em inglês.
   There's this man in my hometown who knew me since I was a little baby, saw me growing up but couldn't recognize my face anymore. Period. Besides, there are those people you know a lot about, you've been hearding of them for months, years, but you haven't ever talked directly to them (nor indirectly, sometimes). It just happens that that person you've hear of is the son of that one who knew you and you suddenly notice how this city (and perhaps the world) is small.  Ok, first you think that face is rather familiar, and then you ask the name, but then (boom!) it's that one. And it's funny because you might have picture a totally different image of the person itself on your own head, based on the appearance and on what you've hear, and you might just be wrong. And even though you're certain that even if the circunstances were different you'd still have passed through what you've passed - no, he wouldn't be your best friend or whatever, nor would she have helped saying those thoughtless words - but still that person can look at you as you're a person, which you think couldn't happen. And now you're growing up, he's a young man and she's going to Europe, and you're not hanging out - you never did! - but somehow you're oddly connected. And it makes me laugh a bit knowing it was parcially my insecurity. Such incredible slushiness from me!

   Um mês pra prova final. Será que meus concorrentes estão cansados de estudar?
   Bem, eu canto à toa e ando pulando. Quem sabe isso me dá um pouco de tranqüilidade.


Tem mais, mas por hoje chega, às 23h29 [ ] [ Mereço ser lido? ]




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